CU É LINDO: uma Criação-Pesquisa do eu-nós-corpo-memória como processo de cura contra a LGBTQIA+fobia.
Processo de cura; Autoetnografia; Performance autobiográfica; Emoção de lidar; Artes cênicas.
Esta dissertação explora a arte como meio de cura, integração e resistência cultural, focando no processo criativo autobiográfico onde a performance se torna terapêutica e política, especialmente contra a LGBTQIA+fobia. A partir da exposição “CU É LINDO”, esta pesquisa-criação investiga as artes cênicas e seus processos de criação enquanto práticas de cura. Em primeira pessoa, o pesquisador-performer rompe com a neutralidade tradicional, inserindo vivências e memórias corporais na investigação. A metodologia híbrida adotada, uma encruzilhada que a partir da autoetnografia une escrevivência, emoção de lidar e escrita de si, permite que experiências pessoais sejam analisadas como ferramentas de produção acadêmica, de cura e sirvam de base para reflexões mais amplas sobre o enfrentamento à LGBTFOBIA por meio das artes cênicas.